sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Acordei repentino.

O sonho requeria sentido (e havia). Todo o sonho se resumia às dezenas de todos os outros que tive: perguntas, e muitas, acumuladas ao redor de anos, de vidas, de séculos. Me perguntava diante de tantas perguntas (veja, quanta ironia) se haveria como respondê-las por mim mesmo (no final tudo se resumia: há algum sentido maior em deixar de resolver isso? Observe: resolver!... e isso está além de uma simples resposta).

Mas, de mãos atadas, não posso ser o Senhor das Respostas, tampouco das Resoluções (bem que eu queria). Ignoro e volto a dormir: adiar nunca foi o melhor remédio, mas, hoje, me cai como uma boa dose homeopática.

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